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Quando se fala num novo Maastricht, recordemos Robert Schuman

Segunda-feira, 04.06.12

Anunciam-se reformas profundas na União Europeia, a serem apresentadas no próximo Conselho Europeu e a serem aprovadas até final do ano. As alterações dizem-se profundas, refundadoras da União Europeia. E não falta quem compare o que se diz estar em marcha com um novo processo semelhante ao que conduziu ao Tratado de Maastricht. Diz-se que só uma reforma imensa da actual UE permitirá ultrapassar a crise profundíssima em que a União se acha mergulhada. Perante tamanha ambição e tão desmedidos objectivos, prefiro recordar as palavras sábias e prudentes de Robert Schuman, um dos pais fundadores que a história reteve e consagrou, que na sua célebre Declaração de 9 de Maio de 1950 afirmou - citando de memória - que «a Europa não se fará de um golpe, nem numa construção de conjunto. Far-se-á passo-a-passo e por meio de realizações concretas que criem em primeiro lugar uma solidariedade de facto entre os Estados europeus». Talves, por uma vez, neste clima de desesperança que se vive, faça bem retornarmos aos pais fundadores e tentarmos aprender com eles algums lições.

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publicado por Joao Pedro Dias às 01:27






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