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Falhou acordo franco-alemão para estabilizar a zona euro

Quinta-feira, 20.10.11

"A cimeira informal de líderes europeus que decorreu ontem em Frankfurt (Alemanha) não conseguiu que a Alemanha e a França chegassem a um acordo sobre a forma de aumentar o poder de resposta do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF). Fontes do Governo germânico disseram em Berlim que serviu para debater “questões em aberto relacionadas com a estabilização da Zona Euro”. Além disso, estabeleceu-se o calendário de tarefas relacionadas com as cimeiras da União Europeia e da zona euro marcadas para domingo, em Bruxelas, adiantaram as mesmas fontes, sem acrescentar pormenores. No entanto, não foi alcançado o tão pretendido acordo franco-alemão sobre a forma de aumentar a capacidade financeira do FEEF, que tem como missão resgatar países da zona euro em dificuldades para se financiarem nos mercados. A agência Reuters relata que os líderes francês e alemão deixaram a reunião de Frankfurt sem falar aos jornalistas que se encontravam no local e que, quando questionado sobre se tinha havido um acordo, o presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, respondeu que “ainda haverá reuniões sábado e domingo”. Segundo responsáveis alemães e franceses, antes do encontro informal, à margem da despedida do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, estava sobretudo em causa uma eventual solução para apetrechar o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) com meios que lhe permitam financiar grandes economias da moeda única, como a Espanha e a Itália, se for necessário. Até agora, o FEEF, que tem um volume operativo de 440 mil milhões de euros, concedeu empréstimos à Irlanda de 85 mil milhões de euros e a Portugal de 78 mil milhões de euros. Além disso, foi já aprovado um novo resgate de 109 mil milhões de euros à Grécia, mas se grandes economias, como as de Itália ou Espanha, também precisarem de ajuda, as verbas do fundo não serão suficientes, como já advertiram vários economistas. Paris e Berlim apostam, no entanto, em diferentes modelos para municiar o FEEF." [Fonte]

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publicado por Joao Pedro Dias às 10:48






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